Precisa aceitar cartão, mas ainda não tem CNPJ? A boa notícia é que dá para comprar e usar uma maquininha só com CPF.
O cuidado está na escolha. Algumas empresas cobram taxas mais altas para pessoa física. Outras demoram mais para liberar o dinheiro das vendas.
Para ajudar nessa escolha, analisamos as principais maquininhas que aceitam CPF, comparamos taxas, prazo de recebimento, custo do aparelho e condições para pessoa física.
Neste comparativo, você vai ver quais opções fazem mais sentido em setembro de 2026.
Algumas empresas oferecem descontos ou cupons exclusivos para nossos leitores. Quando isso estiver disponível, você verá o botão “Ativar oferta” ao longo do conteúdo.
- T3 Ton Mega+ — menor taxa do Brasil, aceita CPF, internet grátis e zero aluguel
- Moderninha Pro Fit — maquininha mais barata com chip grátis que pode sair 100% de graça
- SumUp Smart — maquininha PDV integrado: controle estoque, funcionários e caixa
- Yelly Pro — a menor taxa para quem vende parcelado e sem faturamento mínimo
- T3 Smart Ton Max — a maquininha Smart com melhor preço e com as menores taxas
Análise completa da melhores maquininhas para pessoa fisíca (atualizado em setembro de 2026)
Testamos maquininhas que aceitam cadastro com CPF e avaliamos os pontos mais importantes: taxas, prazo para receber, preço da maquininha e suporte.
Nem sempre a menor taxa é a melhor escolha. Às vezes, vale pagar um pouco mais para receber mais rápido e ter ajuda quando precisar.
Hoje já dá para aceitar Pix, débito e crédito sem ter CNPJ. Muitas maquininhas não cobram mensalidade e funcionam bem para autônomos, prestadores de serviço e para quem está começando.
Veja abaixo o ranking atualizado em setembro de 2026 com as melhores maquininhas para pessoa física.
🥇1. T3 Ton Mega+ — A maquininha com a menor taxa do mercado, suporte 24h e garantia vitalícia.


O Ton resolve um problema bem específico: você não tem CNPJ, mas precisa vender e receber igual quem tem.
Cadastro com CPF, sem aluguel, sem mensalidade. Funciona pra autônomo, prestador de serviço, entregador, vendedor de rua, esteticista, qualquer um que fatura por conta própria.
A parte boa vem logo de cara: taxa.
Usando nosso link, você entra direto no plano promocional do Ton. E funciona igual para CPF e CNPJ, o que já elimina metade do problema: a maioria das operadoras trata pessoa física como cliente de segunda categoria.
Taxas que promocionais que conferimos em setembro de 2026:
- Pix: 0,00%
- Débito: 0,57%
- Crédito à vista: 0,57%
- Crédito parcelado em 12x: 7,97%

Valem por 30 dias ou até você bater R$ 5 mil em vendas, o que vier primeiro. Se está começando agora, esse é o momento de testar sem pesar no bolso.
Quando a promoção acaba, o Ton coloca você automaticamente na faixa de R$ 6 mil a R$ 10 mil: 1,32% no débito, 3,25% no crédito à vista e 12,35% em 12x, com recebimento em 1 dia útil.
Depois de um mês fechado de vendas, você é realocado na faixa do seu faturamento real, entre R$ 3 mil e R$ 6 mil, por exemplo, as taxas passam a ser 1,39% no débito, 3,34% no crédito à vista e 12,38% em 12x.
Quer saber exatamente quanto sobra na sua próxima venda? Dá pra simular direto no nosso calculador de taxas do Ton.
O chip 3G já vem incluso, sem custo extra. Ela também pega Wi-Fi, útil se você vende num ponto fixo, tipo salão, consultório ou loja pequena.
Sobre o Pix: durante o período promocional ele é gratuito (0,00%). Depois da promoção, a taxa é de 0,49%, em qualquer faixa de faturamento e em qualquer modalidade de recebimento.
Pelo app, você gera QR Code de Pix de graça, sem prazo pra acabar. A saída pra não pagar nada é usar o QR Code do app em vez da maquininha.
Aceita débito, crédito, aproximação, Apple Pay, Google Pay e mais de 50 bandeiras.

Desde o início do ano, alguns modelos também recebem vale-alimentação e vale-refeição (Alelo, Sodexo, VR, Ticket), mas somente para quem for PJ. Se seu negócio trabalha com alimentação, temos um ranking específico das melhores maquininhas para aceitar VR e VA.
Tem também o TapTon, que transforma o celular numa maquininha por aproximação. Serve pra quando você esqueceu a maquininha em casa e precisa fechar uma venda na hora.
O dinheiro cai numa conta digital do Ton, sem taxa de manutenção. Dá pra fazer Pix por lá e transferir pra outro banco quando quiser.
No Reclame Aqui, o Ton está entre as melhores avaliações do setor de maquininhas. Conferimos esse mês: nota 9,2 de 10.
Entre os modelos, a T3 é a que mais recomendamos: chip, Wi-Fi e bateria boa, sem mensalidade. Com o nosso cupom de 20% aplicado, sai por 12x de R$7,20. R$86,40 no total.
E tem mais um detalhe que faz diferença: a campanha de 100% de cashback na adesão segue valendo. Você compra a maquininha, vende R$ 10 mil nos primeiros 30 dias, e recebe de volta tudo o que pagou na adesão.
Se você fatura mais de R$ 3 mil por mês, a diferença de taxa entre o Ton e a concorrência já paga a maquininha em menos de três meses.
A oferta com o plano promocional está no nosso link. Se quiser conferir todas as condições do cupom antes de pedir a sua, tem os detalhes completos aqui. Vale aproveitar enquanto está no ar.
🥈2. Moderninha Pro Fit — Para quem está começando: a maquininha mais barata com internet grátis

Quer começar a aceitar cartão sem investir muito logo de cara? A Moderninha Pro Fit sai por R$ 83,88 à vista ou 12x de R$ 6,99, uma das maquininhas mais baratas do mercado que aceita cadastro com CPF.
Sem mensalidade, com chip de internet grátis e Wi-Fi incluso. Para quem quer começar a vender no cartão gastando pouco, esse é uma maquininha com um dos melhor custo-benefício atualmente.
Taxas promocionais nos primeiros 30 dias, ou até R$ 5 mil em vendas:
- Pix: 0%
- Débito: 0,58%
- Crédito à vista: 0,58%
- Crédito parcelado em 12x: 7,98%

Depois da promoção, quem vende acima de R$ 2 mil por mês passa a pagar 1,44% no débito, 3,49% no crédito à vista e 13,78% no parcelado em 12x. O Pix passa a custar 0,99%. Para ver quanto sobra numa venda sua, dá pra simular direto no nosso calculador de taxas da PagBank.
Aqui a diferença pro Ton aparece. Numa venda de R$ 5 mil no crédito à vista, a PagBank cobra R$ 174,50 de taxa. O Ton (faixa de R$ 3 mil a R$ 6 mil) cobra R$ 167. Diferença pequena.
No parcelado, pesa mais. R$ 5 mil parcelados em 12x custam R$ 689 de taxa na PagBank. No Ton, R$ 619, uma diferença de R$ 70 numa única venda.
Por isso a Moderninha Pro Fit combina melhor com quem vende à vista, no débito ou no Pix. Quem parcela bastante sente o peso da taxa mais rápido.
A bateria aguenta até 7 horas de uso seguido. Bom pra quem vende algumas vezes ao dia. Se o movimento é intenso o dia inteiro, vale ter um carregador por perto.
Imprime comprovante na hora ou manda por SMS, sem custo com bobina de papel.
As vendas caem numa conta digital do PagBank, e ela funciona com CPF também. Dá pra fazer Pix, pagar contas e transferir o dinheiro sem restrição.
Junto vem um cartão de crédito internacional, sem passar por análise de crédito. O limite já vem garantido, e ainda tem 1% de cashback em qualquer compra feita com ele.
Aceita as principais bandeiras do mercado. No futuro, se você abrir CNPJ no ramo de alimentação, dá pra ativar voucher como Alelo, Ticket, Sodexo e VR.
Um ponto de atenção: quem vende pouco paga mais caro. Abaixo de R$ 2 mil em vendas por mês, a taxa sobe para 1,99% no débito e 4,49% no crédito à vista. Nesse caso, o desconto some.
Para quem está começando agora, vende mais à vista e quer investir pouco no aparelho, a Moderninha Pro Fit é a escolha mais leve pro bolso. Se você ainda tá dando os primeiros passos no negócio, veja outras opções pensadas pra esse momento. Se o volume de vendas já é maior, ou o parcelado é forte no seu negócio, o Ton compensa mais no fim do mês.
Ela é uma boa escolha para quem está começando, vende mais à vista e quer gastar pouco no aparelho. Mas, se você já vende bastante ou costuma parcelar muitas vendas, o Ton tende a sair mais barato no médio prazo.
🥉3. Sumup Smart — Maquininha Smart com Android, internet grátis e sistema PDV integrado.

Se você já está cansado de maquininha com tela pequena e sistema travado, a SumUp Smart resolve isso. Terminal Android, tela touch, chip com internet incluída e impressora de comprovante.
E no Pix, a taxa é zero para sempre. Você recebe o Pix e fica com 100% do que vendeu.
Ela também tem Wi-Fi como alternativa ao chip, e a bateria aguenta até 24 horas de uso contínuo, a segunda maior deste ranking, atrás só da Point Pro 3. É a maquininha mais parecida com um mini caixa registradora aqui.
Vendendo até R$ 20 mil por mês, com recebimento em 1 dia útil, as taxas são:
- Pix: 0%
- Débito: 0,99%
- Crédito à vista: 3,49%
- Crédito parcelado em 12x: 13,99%
No débito, a diferença aparece na hora e favorece a SumUp. Numa venda de R$ 3 mil, ela cobra R$ 29,70 de taxa. O Ton, com 1,39%, cobra R$ 41,70. A SumUp sai R$ 12 mais barata na mesma venda.
No crédito à vista a conta já vira contra ela. Nos mesmos R$ 3 mil, a SumUp cobra R$ 104,70. O Ton cobra R$ 100,20. Diferença pequena, R$ 4,50, mas existe.
É no parcelado que a SumUp pesa. Numa venda de R$ 5 mil em 12x, a taxa dela é 13,99%, o que dá R$ 699,50. No Ton, a mesma venda custaria R$ 619. São R$ 80,50 a mais numa venda só.
Agora, vendendo mais de R$ 20 mil por mês, as taxas da SumUp caem:
- Débito: 0,99%
- Crédito à vista: 3,29%
- Crédito parcelado em 12x: 10,49%
E aqui a história muda — mas não do jeito que parece. Nessa faixa, o Ton está na faixa de R$ 10 mil a R$ 30 mil (1,22% no débito, 3,02% no crédito à vista, 11,73% em 12x). Ou seja:
No débito, a SumUp continua na frente: 0,99% contra 1,22%.
No crédito à vista, o Ton vira o mais barato: numa venda de R$ 25 mil, R$ 755 no Ton contra R$ 822,50 na SumUp.
No parcelado, a SumUp assume a liderança: R$ 20 mil em 12x custam R$ 2.098 na SumUp e R$ 2.346 no Ton, R$ 248 de economia numa venda.
Pra quem vende pouco e parcela muito, a SumUp custa mais caro. Pra quem já tem volume alto e parcela bastante, ela sai mais barata que o próprio Ton, mas no crédito à vista o Ton continua ganhando.
Fora a taxa, a SumUp tem recursos que quase nenhuma outra desse ranking oferece: catálogo de produtos e controle de estoque direto na maquininha. Não é obrigatório usar, mas o recurso está lá se o negócio crescer.
O app também mostra as vendas em tempo real, útil pra quem ainda controla tudo no caderno ou nas notas do celular.
Aceita cartão com chip, aproximação, Pix, Apple Pay e Google Pay, parcela em até 12 vezes. Dá 30 dias de teste: comprou, usou, não gostou, devolve e recebe o dinheiro de volta.
O modelo Smart sai por 12x de R$ 14,90 sem juros, R$ 178,80 no total, sem aluguel nem mensalidade.
Para quem vende bastante no débito, já tem um negócio mais organizado e quer telas grandes e recursos de gestão, a SumUp Smart compensa mesmo com taxa mais alta no início. Para quem vive de venda parcelada e ainda está com volume baixo, o Ton ou a Yelly seguram melhor o bolso.
4. Yelly Pro (Plano Premium) — Taxas iguais pra CPF e CNPJ: Parcela em até 18x com a menor taxa no parcelado

E se a taxa da sua maquininha nunca mudasse depois do primeiro mês?
É essa a proposta da Yelly Pro. Enquanto Ton e PagBank trabalham com taxa promocional que sobe depois de 30 dias ou de um certo valor em vendas, a Yelly cobra o mesmo desde o primeiro dia. Sem letra miúda, sem prazo de validade.
O preço de entrada é o que faz ela cair pra quinto lugar no ranking. Com nosso cupom de 12%, sai por R$ 269,91 à vista ou 12x de R$ 22,49. Mais que o dobro da T3 do Ton.
E aqui não tem cashback. Diferente da PagBank, você não recupera esse valor vendendo um tanto no primeiro mês. O preço é o preço, e a vantagem vem depois, na taxa.
Taxas do Plano Premium, com recebimento no dia seguinte:
- Pix: 0,56%
- Débito: 1,45%
- Crédito à vista: 2,99%
- Crédito parcelado em 12x: 11,27%
- Crédito parcelado em 18x: 15,15%
No crédito à vista, a Yelly ganha do Ton. Numa venda de R$ 10 mil, você paga R$ 299 na Yelly contra R$ 325 no Ton (faixa de R$ 6 mil a R$ 10 mil) — R$ 26 de diferença.
No parcelado em 12x a distância é bem maior. R$ 10 mil parcelados custam R$ 1.127 na Yelly e R$ 1.235 no Ton: R$ 108 de economia numa venda só. Se parcelamento é o forte do seu negócio, vale conferir o ranking completo de menor taxa no crédito parcelado antes de decidir.
Só que no débito a conta vira. A Yelly cobra R$ 145 numa venda de R$ 10 mil, e o Ton cobra R$ 132. São R$ 13 a favor do Ton — quem vive de débito não ganha nada trocando pro plano fixo.
Fazendo as contas: a diferença de preço entre a Yelly Pro e a T3 é de R$ 310,60. Se você vende R$ 10 mil por mês parcelado em 12x, a economia de R$ 108 por mês paga essa diferença em cerca de 3 meses. Se as suas vendas são majoritariamente no crédito à vista, o retorno demora bem mais.
Chip 4G e Wi-Fi vêm inclusos, sem mensalidade. Bateria de até 12 horas, visor colorido, teclado físico, imprime comprovante ou manda por SMS.
Aceita cartão com chip, aproximação, Pix, Apple Pay, Google Pay e voucher de Alelo, Sodexo e Ticket. Assim como nas outras, o voucher só ativa com CNPJ no ramo de alimentação.
Tem selo RA1000 no Reclame Aqui e garantia vitalícia. Deu defeito, troca o equipamento.
O problema real está em quem vende pouco ou vende de forma irregular. Se um mês você fatura R$ 3 mil e no outro R$ 800, a economia na taxa não cobre a diferença de preço tão cedo. Nesse caso, o dinheiro rende mais ficando no caixa do negócio do que investido numa maquininha mais cara.
A Yelly Pro faz sentido pra quem já vende com regularidade, principalmente no crédito à vista ou parcelado, e prefere saber exatamente quanto vai pagar todo mês.
Quem está começando ou ainda não tem volume constante sai melhor com uma T3 ou uma Moderninha Pro Fit, e deixa a Yelly pra quando o negócio crescer.
5. T3 Smart Ton Mega+ — A maquininha Smart mais barata com as menores taxas.

É a mesma taxa que você já viu lá no início desse ranking. O que muda aqui é o aparelho.
A T3 Smart é a versão turbinada da T3 comum. Mesmo Plano Mega+, mesmo suporte 24 horas, mesma garantia vitalícia, mesmo CPF sem CNPJ. A diferença inteira está no hardware.
Ela roda Android completo. Dá pra instalar aplicativo de delivery, catálogo de produto com foto, sistema de pedido ou qualquer ferramenta de gestão direto na maquininha, sem depender do celular pra isso.
Quem vende em feira e quer mostrar o produto pro cliente na tela, por exemplo, ganha um recurso a mais.
O chip também muda: é 4G em vez do 3G da T3 comum, com três slots pra escolher a operadora que pega melhor na sua região.
A conexão fica mais rápida e mais estável, principalmente em lugar de sinal fraco. A bateria também aguenta mais, mesmo rodando aplicativo em segundo plano.

Com nosso cupom, a T3 Smart sai por 12x de R$ 12,79, R$ 153,50 no total. A T3 comum sai por R$ 86,40. A diferença é de R$ 67,10.
As taxas continuam as mesmas do Plano Mega+ já mostrado no início:
- Pix: 0,00%
- Débito: 0,57%
- Crédito à vista: 0,57%
- Crédito parcelado em 12x: 7,97%
Válidas por 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas. Depois disso, você entra na faixa de R$ 6 mil a R$ 10 mil (1,32% / 3,25% / 12,35% em 12x, com recebimento em 1 dia útil) e, após um mês fechado, na faixa do seu faturamento real. Escolher a Smart não muda em nada o custo por venda.
Aceita cartões de todas as bandeiras, aproximação, Apple Pay, Google Pay, Pix e vouchers como Alelo, Pluxee (Sodexo), VR e Ticket — os vouchers exigem CNPJ no ramo de alimentação. O TapTon também vem no app, transformando o celular em maquininha quando precisar.
Os R$ 67,10 a mais valem a pena se você vai usar o Android de verdade: rodar aplicativo, ter tela maior e bateria mais longa. Se seu negócio é simples e o que você quer é só passar cartão, receber Pix e imprimir comprovante, a T3 comum já resolve.
6. Point Pro 3 — Bom custo-benefício, taxas acessíveis e ótima para autônomos.

Bateria excelente: até 48 horas sem precisar carregar. É a maior duração desse ranking, e sozinha já resolve o maior medo de quem vende fora de casa: a maquininha morrer no meio da feira.
A Point Pro 3 custa R$ 98,91 à vista, ou 12x de R$ 8,24 sem juros. Preço no meio do pacote: mais cara que a Moderninha Pro Fit, bem mais barata que a Yelly.
O que você compra junto com a maquininha é uma conta Mercado Pago completa. O dinheiro das vendas cai em até 1 hora, sábado, domingo e feriado incluídos. Dá pra usar cartão, fazer Pix, investir e pedir crédito, tudo pelo mesmo app.
Taxas promocionais, nos primeiros 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas:
- Débito: 0,74%
- Crédito à vista: 0,74%
- Crédito parcelado em 12x: 8,99%
E é aí que mora o cuidado: se você vende menos de R$ 3 mil por mês, a taxa fica salgada — 1,99% no débito e 4,98% no crédito à vista. Numa venda de R$ 3 mil no crédito à vista, você paga R$ 149,40 na Point Pro 3, contra R$ 115,80 no Ton (faixa 1). São R$ 33,60 a mais numa venda só.
Se o seu volume passa de R$ 10 mil por mês, as taxas melhoram bastante:
- Pix: 0,49%
- Débito: 1,39%
- Crédito à vista: 3,29%
- Crédito parcelado em 12x: 11,99%
Mesmo assim, nessa faixa o Ton continua um pouco à frente em todas as modalidades (1,22% no débito, 3,02% no crédito à vista e 11,73% em 12x). Numa venda de R$ 10 mil no crédito à vista são R$ 329 na Point Pro 3 contra R$ 302 no Ton; em R$ 20 mil parcelados em 12x, R$ 2.398 contra R$ 2.346.
Ou seja: a Point Pro 3 não vence o Ton na taxa. O que ela entrega de diferente é recebimento em até 1 hora todos os dias, a maior bateria da lista e o ecossistema Mercado Pago/Mercado Livre.
Chip 4G grátis e ilimitado, sem mensalidade, além de Wi-Fi.
Aceita cartão com chip, aproximação e Pix por QR Code direto na maquininha. As bandeiras são Visa, Mastercard, Elo, American Express, Hipercard, Diners Club e Cabal — e os vouchers aceitos são Alelo e VR Benefícios (para ativar, é preciso CNPJ no ramo). Uma vantagem do Mercado Pago é que a taxa é a mesma para todas as bandeiras, o que simplifica a conta no fim do mês.
Bobinas grátis e o Point Tap, que transforma o celular em maquininha por aproximação quando você esquece o equipamento.
A Point Pro 3 vale a pena pra quem já vende fora de casa com frequência, precisa de bateria que aguenta o fim de semana inteiro e quer o dinheiro caindo na hora, todo dia.
Se a sua prioridade é taxa pura, o Ton segura melhor o bolso em praticamente todas as faixas.
Ainda em dúvida entre PagBank e Mercado Pago? Fizemos um comparativo direto entre as duas que ajuda a decidir.
7. Moderninha Pro 2 — Preço justo, taxas competitivas e o dinheiro cai na hora.

Mesma taxa da Moderninha Pro Fit. A diferença de R$ 24 no preço compra bateria de 36 horas e uso compartilhado com até 6 contas PagBank.
Custa R$ 107,88 à vista, ou 12x de R$ 8,99.
Promocional, nos primeiros 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas:
- Pix: 0%
- Débito: 0,58%
- Crédito à vista: 0,58%
- Crédito parcelado em 12x: 7,98%
Depois, acima de R$ 2 mil por mês: 1,44% no débito, 3,49% no crédito à vista e 13,78% no parcelado em 12x. Numa venda de R$ 5 mil no crédito à vista, isso dá R$ 174,50 de taxa, contra R$ 167 no Ton. No parcelado, R$ 689 contra R$ 619 — R$ 70 a mais numa venda só.
A bateria dura até 12 horas de uso contínuo, o suficiente para um dia inteiro de vendas sem recarga o dobro da Pro Fit, que fica em 7 horas.
O uso compartilhado é único aqui: dá pra usar a mesma maquininha com até 6 contas PagBank diferentes, cada sócio ou funcionário recebendo na própria conta.

Chip 4G grátis, Wi-Fi, sem mensalidade. Aceita cartão com chip, tarja, aproximação, Pix, Apple Pay, Google Pay e voucher (com CNPJ no ramo de alimentação pra ativar).
Conta digital PagBank sem mensalidade, dinheiro cai na hora inclusive fim de semana e feriado. Garantia de 5 anos, longa mas não vitalícia como Ton e Yelly.
Vendendo menos de R$ 2 mil por mês, a taxa sobe pra 2,39% no débito e 4,99% no crédito à vista.
Se o foco é taxa baixa a partir de R$ 3 mil/mês, o Ton cobra menos e a própria Pro Fit sai mais barata com exatamente a mesma taxa. A Pro 2 se justifica se você precisa de mais bateria e da garantia de 5 anos.
Maquininhas por perfil de venda
Não existe maquininha perfeita pra todo mundo. Algumas economizam mais no débito, outras compensam mais para quem parcela bastante. Encontre seu perfil abaixo, sem precisar ler os sete reviews inteiros.
Você vende mais no débito
Numa venda de R$ 10 mil no débito, a SumUp Smart cobra R$ 33 a menos que o Ton (0,99% contra 1,32%). É a menor taxa desse ranking pra esse tipo de pagamento — e ela não muda, não importa quanto você fatura no mês.
Seu cliente costuma pedir pra parcelar bastante?
A Yelly Pro trabalha com taxa fixa de 11,27% no parcelado em 12x, abaixo do Ton (12,35%) e bem abaixo da PagBank (13,78%), e ainda parcela em até 18 vezes, o maior prazo da lista.
Se você já vende acima de R$ 20 mil por mês, a SumUp Smart passa a fazer ainda mais sentido: a taxa parcelada dela cai pra 10,49%, ficando abaixo da Yelly.
Você ainda não sabe quanto vai vender por mês
Nesse caso, a taxa importa mais que o preço da maquininha. O Ton tem a menor taxa desse ranking, promocional e depois da promoção, então não tem risco de escolher errado se o seu volume mudar de mês para mês.
A maquininha sai por R$ 86,40 com nosso cupom. Se quiser comparar com operadoras que também exigem CNPJ, veja o ranking geral de menor taxa com todas as opções do mercado.
Se o seu orçamento é ainda mais apertado, a Moderninha Pro Fit é a porta de entrada mais barata: R$ 83,88 na maquininha e 0,58% de taxa promocional no crédito à vista.
Se você recebe muito por Pix precisa ficar atento a um detalhe
Ton, PagBank e SumUp zeram a taxa no Pix, mas só durante o período promocional. Depois disso, o Ton cobra 0,49% e a PagBank cobra 0,99%. Na SumUp o Pix é gratuito nas tabelas que analisamos, confirme a condição com a operadora após o ajuste de faixa.
Maquininha CPF vs CNPJ: as diferenças que realmente pesam
A boa notícia primeiro: no Ton Mega+, a taxa é igual pros dois. Você acessa as mesmas faixas com CPF ou CNPJ, incluindo a de 1,19% no débito pra quem vende acima de R$ 30 mil por mês.
Existe uma exceção importante: o Ton Black, com as taxas mais baixas da marca, é exclusivo para CNPJ e só sai pelo programa de parceiros. No plano principal, porém, não existe faixa trancada só pra empresa.
O que muda de verdade são dois pontos.
O primeiro é a análise de crédito. No CPF, a maquininha olha sua renda pessoal ou seu histórico de vendas recente. No CNPJ, olha o faturamento da empresa. Isso não deixa a taxa diferente, só muda o que é avaliado na hora de aprovar seu cadastro.
O segundo é o voucher de alimentação e refeição. Pra ativar Alelo, Pluxee (Sodexo), VR ou Ticket na maquininha, é preciso ter CNPJ no ramo alimentício. Se você vende comida como pessoa física, esse recurso fica fora do alcance até abrir empresa.
Fora esses dois pontos, contratar no CPF funciona igual em praticamente todas as marcas desse ranking: Ton, PagBank, Mercado Pago, SumUp e Yelly. Você não paga mais caro nem fica de fora dos melhores planos só por não ter CNPJ.
Como escolher a melhor maquininha de cartão para CPF
Testamos várias maquininhas e entendemos quem vende no CPF todo dia, ambulante, autônomo, pequeno comerciante. A taxa mais baixa quase nunca foi o fator que decidiu a escolha.
Maquininha que demora para aprovar o pagamento, perde sinal com facilidade ou fica sem bateria no meio do expediente atrapalha mais do que economiza.
Antes de olhar tabela de taxa, responda três perguntas sobre como você vende:
- Você vende de vez em quando ou todos os dias?
- Precisa receber o dinheiro na hora ou pode esperar alguns dias pra pagar menos taxa?
- Um comprovante digital resolve ou você precisa imprimir recibo?
As respostas apontam para a maquininha certa, assim você não cai numa dessas ofertas que parece ótima no anúncio e vira dor de cabeça depois.
Metodologia: como montamos esse ranking para quem vende como pessoa física
Testamos e comparamos sete maquininhas que aceitam cadastro com CPF, sem exigir CNPJ. Foram semanas reunindo taxas e comparando o que cada operadora entrega de verdade, não só o que promete no site. Se quiser entender quem está por trás dessas análises, conta um pouco sobre como o Maquininha Certa funciona aqui.
A primeira pergunta foi simples: ela realmente aceita cadastro com CPF, sem letra miúda? Muita operadora anuncia maquininha para pessoa física, mas trava os melhores planos, cobra taxa mais alta ou pede documento extra na hora de ativar. Quem faz isso, ficou fora.
A partir daí, fomos pro que mais pesa no bolso de quem vende por conta própria: taxa por tipo de venda. Débito, crédito à vista, parcelado e Pix, comparados em reais, não só em percentual solto.
Uma taxa de 3,5% parece ótima até você fazer a conta numa venda de R$ 5 mil e ver quanto some do seu lucro.
Também olhamos as taxas promocionais, mas sem dar peso demais pra elas. Toda operadora baixa a taxa no primeiro mês para fechar a venda da maquininha.

O que sobra depois da promoção é o que realmente importa, então mostramos as duas separadas em cada avaliação.
Fora a taxa, entrou na conta:
- Quanto custa comprar a maquininha, à vista e parcelada
- Se a bateria aguenta um dia de vendas fora de casa
- Como funciona o chip e se trava em lugar de sinal fraco
- Quando o dinheiro cai na conta digital, e se ela cobra algo pra isso
- Nota no Reclame Aqui e como foi o atendimento quando testamos
- Os extras que realmente fazem diferença, como QR Code de Pix grátis
Todas as maquininhas deste ranking têm uma coisa em comum: nenhuma cobra mensalidade. Quem cobrava, nem entrou no ranking. Pra quem vende pouco ou tem mês fraco, custo fixo todo mês simplesmente não faz sentido.
Recebimento no CPF: como funciona
O valor das vendas cai direto na conta digital da própria operadora, Ton, PagBank, Mercado Pago, tanto faz. Funciona igual para quem vende com CNPJ. Só o documento cadastrado muda.
Você vende, o pagamento é aprovado, e o dinheiro fica disponível conforme o prazo escolhido: mesmo dia, 1 dia útil ou 30 dias.
Quanto mais rápido o recebimento, maior a taxa. Vale para CPF e pra CNPJ do mesmo jeito.
Essa conta digital é criada automaticamente quando você contrata a maquininha, e é nela que o dinheiro entra primeiro. Dá pra deixar o saldo ali, usar o cartão da operadora, fazer Pix ou transferir para sua conta pessoal, sem custo.
Esse dinheiro precisa entrar na declaração do Imposto de Renda? Precisa. Toda receita no CPF tem que ser informada, mesmo sem empresa aberta. Se as vendas forem frequentes e os valores crescerem, procure um contador antes que vire problema.
Muita gente começa vendendo no CPF e abre CNPJ depois, conforme o negócio cresce. Quando isso acontece, dá pra migrar a mesma maquininha pro CNPJ. Não precisa comprar outra, só atualizar o cadastro.
Perguntas frequentes sobre maquininha para pessoa física
Posso vender no CPF sem problemas?
Pode. Vender no CPF é permitido e milhões de pessoas fazem isso todo mês, prestando serviço, vendendo produto ou trabalhando como autônomo.
Não tem nada de irregular em aceitar cartão como pessoa física, desde que o valor recebido seja declarado no Imposto de Renda.
Aceitar cartão no CPF não é o que gera problema. O que pode dar dor de cabeça é receber bem todo mês e não declarar essa renda.
Pra quem tá começando, faz venda esporádica ou ainda tá testando um negócio, o CPF resolve bem. Quando o faturamento vira algo constante, o caminho é abrir MEI ou outro tipo de CNPJ.
Tem limite pra vender no CPF?
A maquininha praticamente não limita suas vendas. Quem define as regras é a Receita Federal. Você pode vender R$ 5 mil, R$ 20 mil ou mais no mês que o aparelho continua funcionando normal. O que existe é um teto de isenção do Imposto de Renda: passou dele no ano, a declaração fica obrigatória e pode virar imposto a pagar. Se esse for o seu caso, veja o ranking das melhores maquininhas pra quem já é MEI.
Quem fatura mais tende a abrir MEI por causa disso. O imposto sai mais previsível, e geralmente mais barato. Se esse for o seu caso, veja o ranking das melhores maquininhas pra quem já é MEI.
Maquininha com CPF tem limite de venda por dia?
Tem. No começo, as operadoras colocam um limite diário baixo, como medida de segurança contra fraude. Esse limite sobe sozinho conforme você vende com frequência e cria histórico.
Precisou processar uma venda maior logo de cara? Dá pra pedir liberação direto com o suporte. Para quem vende no dia a dia, isso raramente atrapalha, porque o limite cresce junto com o volume.
Se eu não usar a maquininha, pago alguma taxa?
Não, desde que a maquininha não tenha mensalidade, e todas as sete desse ranking não têm. Você só paga quando vende. Fica um mês sem usar, não cobra nada.
Algumas operadoras entram em contato depois de muito tempo parado oferecendo recompra do aparelho. No caso do Ton, o próprio suporte faz isso. Você não perde dinheiro nem fica preso a custo escondido.
Dá pra parcelar vendendo no CPF?
Dá. Funciona igual ao CNPJ: o cliente escolhe o número de parcelas e a maquininha aprova normalmente, geralmente até 12 vezes (a Yelly Pro vai até 18x e o Ton até 21x). A taxa sobe conforme aumenta o número de parcelas, e isso vale para qualquer maquininha.
Preciso de CNPJ pra usar voucher tipo Alelo ou VR?
Precisa. Todas as maquininhas desse ranking aceitam voucher de alimentação e refeição, Alelo, Sodexo, VR, Ticket, mas para ativar essa função é preciso ter CNPJ no ramo alimentício. Vendendo só com CPF, esse recurso fica fora do alcance até abrir empresa.
As taxas mudam entre CPF e CNPJ?
Na maioria das operadoras testadas nesse ranking, não. O Ton, por exemplo, cobra a mesma taxa nas duas situações, incluindo os planos com desconto para volume alto.
A principal diferença fica na análise de crédito: no CPF, a operadora olha sua renda pessoal ou histórico de vendas. No CNPJ, olha o faturamento da empresa.
Preciso declarar as vendas da maquininha no Imposto de Renda?
Precisa. Toda renda que entra no seu CPF tem que ser declarada, com empresa aberta ou não. Se o total do ano passar do limite de isenção, a declaração fica obrigatória.
Mesmo quem recebe pouco prefere declarar, para evitar problemas depois. A Receita cruza o dado da maquininha com o CPF do vendedor. Se as vendas começarem a crescer, um contador evita muita dor de cabeça, e às vezes ainda reduz o imposto abrindo um MEI.
Dá pra migrar de CPF para CNPJ depois?
Dá, e geralmente é simples. Depois de abrir o CNPJ, é só falar com a operadora e pedir a atualização do cadastro. A mesma maquininha continua funcionando, só muda o documento vinculado.
Em algumas operadoras dá pra fazer isso pelo próprio app, em outras precisa falar com o suporte. Depois da migração você passa a emitir nota fiscal. No Ton, a taxa continua a mesma antes e depois, mas confirme direto com a operadora escolhida, porque pode variar.
E se o negócio crescer o suficiente pra considerar sair do plano de entrada, vale comparar Ton e Stone pra ver qual segura melhor o bolso no volume mais alto.
Vale a pena ter maquininha sendo pessoa física?
Vale, principalmente pra quem tá começando ou trabalha como autônomo. Não precisa abrir empresa nem lidar com burocracia para começar a aceitar cartão, e o aparelho chega em até 2 dias úteis com frete grátis.
Além da maquininha, você também recebe uma conta digital para movimentar o dinheiro das vendas, fazer Pix e transferências sem custo.
Algumas operadoras ainda oferecem cartão pra usar esse saldo. Se o negócio crescer, a mesma maquininha migra pro CNPJ sem precisar comprar outra.
E se quiser ver como essas sete se comparam com todas as outras maquininhas do mercado, não só as de CPF, confira o ranking completo aqui.
Ranking das melhores maquininhas para CPF em 2026

Vitor Silveira
Produtor de conteúdo em diversos portais com foco em ajudar as pessoas a lidar melhor com as finanças. Especialista em soluções de pagamentos para pequena e médias empresas.









