Precisa aceitar cartão mas não tem CNPJ? Pode ficar tranquilo, dá pra usar só o CPF.
O problema é que a maioria das operadoras cobra taxas mais altas de quem é pessoa física. Outras demoram dias pra você receber. E tem aquelas que simplesmente não dão suporte decente.
Por isso testamos as principais maquininhas que aceitam CPF, comparamos as taxas reais e os prazos de recebimento. Este comparativo mostra exatamente qual vale a pena em Maio de 2026.
Algumas maquininhas nos forneceram descontos e cupons exclusivos para nossos leitores, para ativar clique no botão “ATIVAR OFERTA” se estiver disponível.
- T3 Ton Mega+ — menor taxa do Brasil, aceita CPF, internet grátis e zero aluguel
- Moderninha Pro Fit — maquininha mais barata com chip grátis que pode sair 100% de graça
- SumUp Smart — maquininha PDV integrado: controle estoque, funcionários e caixa
- T3 Smart Ton Max — a maquininha Smart com melhor preço e com as menores taxas
- Yelly Pro — a menor taxa para quem vende parcelado e sem faturamento mínimo
Análise completa da melhores maquininhas para pessoa fisíca (atualizado em Maio de 2026)
Testamos as principais maquininhas que funcionam com CPF avaliando o que importa de verdade: taxas baixas, recebimento rápido e suporte confiável.
Não adianta economizar 0,5% na taxa se você vai esperar semanas pra receber ou ficar sem resposta quando precisar de ajuda.
A boa notícia é que hoje dá pra aceitar Pix, débito e crédito sem ter CNPJ, com maquininhas modernas e sem mensalidade.
Abaixo, você confere nosso ranking atualizado com as melhores maquininhas de cartão para pessoa física.
🥇1. T3 Ton Mega+ (Plano Exclusivo) — A maquininha com a menor taxa do mercado, suporte 24h e garantia vitalícia.

Se você trabalha por conta própria e ainda não tem CNPJ, o Ton é a opção mais em conta do mercado. A maquininha funciona bem tanto pra quem está começando quanto pra quem já vende todo mês e quer pagar menos taxa.
Usando nosso link exclusivo, você consegue acessar o Plano Mega+ do Ton, que normalmente fica disponível só pra algumas pessoas. E funciona direto com CPF, sem precisar abrir empresa.
Enquanto outras operadoras travam os melhores planos ou cobram taxas absurdas de pessoa física, o Ton trata CPF e CNPJ do mesmo jeito. As taxas são iguais e o suporte é o mesmo.
Taxas promocionais ativas em Maio de 2026:
- Pix: 0,00%
- Débito: 0,57%
- Crédito à vista: 0,57%
- Parcelado em 12x: 7,97%
Essas são as menores taxas do mercado atualmente. Elas valem por 30 dias ou até você vender R$ 5 mil. Se você está começando, aproveita esse tempo pra testar a maquininha sem medo.
Depois do período promocional, as taxas para faturamento acima de R$ 3 mil mensais fica: 1,39% no débito, 3,34% no crédito à vista e 12,39% no parcelado em 12x (recebendo no mesmo dia). Ainda assim, é mais barato que a concorrência.

Vem com chip 3G gratuito já incluso. Você não paga mensalidade de internet, não paga chip, não paga nada. Funciona em qualquer lugar que pegue sinal de celular.
Tem Wi-Fi também, então se você vende num lugar fixo com Wi-Fi disponível, conecta e economiza bateria.
A bateria dura o dia inteiro de vendas. Já testamos em feira, evento e delivery e aguenta tranquilo.
O app do Ton gera QR Code de Pix grátis. Você deixa no balcão ou manda a chave pix, o cliente escaneia e paga. Taxa zero, sempre.
Na maquininha, o Pix é grátis no primeiro mês. Depois, cobra 0,99%. Mas se você continuar usando o QR Code do app, fica zero pra sempre. É só se organizar.
Cartão de crédito, débito, aproximação (Apple Pay, Google Pay), Pix e mais de 50 bandeiras. E agora em 2026 aceita vale-alimentação e vale-refeição também (Alelo, Sodexo, VR, Ticket).
Isso é importante se você vende comida, trabalha com entrega ou atende empresas que pagam com voucher. Mas você vai precisar de CNPJ no ramo alimentício para ativar.
O app tem uma função chamada TapTon que transforma seu celular em maquininha por aproximação. Útil quando você esquece a maquininha em casa e precisa fazer uma venda rápida na rua.
Você recebe os pagamentos direto numa conta digital do Ton, sem taxa de manutenção. Faz Pix grátis ilimitado, gera link de pagamento pra vender online se quiser, e transfere pra sua conta bancária quando precisar.
O Ton tem nota 9,3 de 10 no Reclame Aqui (verificado em abril de 2026). É a melhor avaliação entre todas as maquininhas do Brasil. O suporte funciona 24 horas, e quando tem problema, eles resolvem.
A T3 sai por 12x de R$ 8,10 sem juros (total R$ 97,20 à vista). Sem mensalidade, sem aluguel. Você consegue esse valor com nosso cupom aplicado.
Se você vender R$ 3 mil por mês no crédito, a diferença de taxa entre o Ton e outras operadoras já paga a maquininha em menos de 3 meses.
Aproveita o Plano Max enquanto a promoção está ativa e usa nosso cupom de 20% de desconto.
🥈2. Moderninha Pro Fit — Para quem está começando: a maquininha mais barata com internet grátis

Se você quer começar a aceitar cartão mas não tem muito dinheiro pra investir logo de cara, a Moderninha Pro Fit é uma das opções mais baratas que funciona com CPF.
Ela custa R$ 83,88 (12x de R$ 6,99) e é a maquininha mais em conta entre as que têm chip de internet grátis e imprime comprovante.
E tem um detalhe bom: se você vender R$ 10 mil nos primeiros 30 dias, a PagBank devolve 100% do valor da maquininha. Ou seja, pode sair de graça se você conseguir movimentar esse valor no começo.
Taxas promocionais (primeiros 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas):
- Pix: 0%
- Débito: 0,58%
- Crédito à vista: 0,58%
- Parcelado em 12x: 7,98%
São taxas boas pra quem está testando. Dá tempo de ver se a maquininha funciona pro seu tipo de venda e tentar bater os R$ 10 mil pra garantir o cashback.
Se você vende acima de R$ 2 mil por mês, as taxas ficam em 1,44% no débito, 3,49% no crédito à vista e 13,78% no parcelado em 12x.
Aqui já fica mais salgado que o Ton. Se você vender R$ 5 mil no crédito à vista, vai pagar R$ 174,50 de taxa. No Ton, pagaria R$ 175. Praticamente empatado.
Mas no parcelado a diferença aparece. R$ 5 mil parcelados em 12x te custam R$ 689 de taxa na PagBank. No Ton, R$ 657,50. A diferença vai somando ao longo dos meses.
A maquininha vem com chip de internet grátis, sem mensalidade. Wi-Fi também. A bateria dura até 7 horas de uso contínuo, o que dá conta de um dia normal se você não vende direto o tempo todo.
Imprime comprovante ou manda por SMS. E no futuro você ainda pode ativar um CNPJ e aceitar vouchers como Alelo, Ticket, Sodexo e VR, importante se você vende comida ou trabalha com delivery.
A PagBank te dá uma conta digital de graça (funciona com CPF mesmo) e um cartão de crédito internacional sem análise de crédito. É limite garantido.
O cartão tem 1% de cashback em tudo: compras pessoais, reposição de estoque, despesas do dia a dia. Todo dinheiro que você gasta volta 1% pro seu bolso.
As vendas caem direto na conta digital, você faz Pix, paga contas e usa o dinheiro sem restrição. As bobinas de papel pra impressão também são grátis.
E um detalhe importante: a PagBank cobra taxa maior de quem vende pouco. Se você movimentar menos de R$ 2 mil por mês, as taxas sobem pra 1,99% no débito e 4,49% no crédito. Aí já não compensa tanto.
Se você está começando, vende mais à vista do que parcelado e quer investir pouco no começo, a Moderninha Pro Fit é uma ótima opção. O cashback dos R$ 10 mil ajuda bastante se você conseguir atingir essa meta no primeiro mês.
Mas se você já vende um volume maior ou trabalha muito com parcelado, o Ton acaba saindo mais barato no médio prazo. Faça as contas com base no seu tipo de venda antes de decidir.
🥉3. Sumup Smart — Maquininha Smart com Android, internet grátis e sistema PDV integrado.

A SumUp Smart é uma das maquininhas mais completas do mercado. Tela grande de 6,5 polegadas, Android integrado, chip 4G ilimitado e bateria que dura o dia inteiro.
Se você quer tecnologia de ponta sem gastar muito, ela é uma boa opção. O problema é que as taxas ficam acima do Ton e da PagBank, principalmente pra quem está começando.
Por isso ela aparece em terceiro lugar no ranking. As taxas pesam no bolso de quem vende pouco, mas a maquininha em si é excelente.
Taxas para quem vende até R$ 5 mil por mês (recebimento em 1 dia útil):
- Pix: 0%
- Débito: 1,69%
- Crédito à vista: 3,99%
- Parcelado em 12x: 19,99%
Essas taxas são mais salgadas. Se você vender R$ 3 mil no crédito à vista, vai pagar R$ 119,70 de taxa na SumUp. No Ton, pagaria R$ 105. São quase R$ 15 a mais por mês.
Quando você começa a vender mais (de R$ 5 mil a R$ 20 mil por mês), as taxas melhoram:
- Débito: 1,49%
- Crédito à vista: 3,49%
- Parcelado em 12x: 13,99%
Mesmo melhorando, ainda fica acima do Ton. Vendendo R$ 10 mil no crédito à vista, você paga R$ 349 na SumUp contra R$ 314 no Ton. São R$ 35 de diferença por mês — R$ 420 por ano.
A maquininha tem uma tela de 6,5 polegadas, facilitando bastante na hora de usar. Você vê tudo com clareza, não precisa apertar os olhos pra ler valor ou ler o relatório das vendas.
Vem com chip 4G e internet ilimitada via eSIM, grátis. Você não paga mensalidade de conexão. Também funciona com Wi-Fi. A bateria dura mais de 8 horas seguidas, aguenta o dia inteiro tranquilo.
Se você crescer e precisar de controle de estoque, cadastro de produtos ou gerenciar funcionário, ela tem essas funções também. Mas não precisa usar se não quiser, funciona perfeitamente só como maquininha normal.
Aceita tudo o que você precisa: cartão com chip, aproximação (NFC), Pix, Apple Pay e Google Pay. Parcela em até 12 vezes.
O app mostra as vendas em tempo real e gera relatórios. A SumUp dá 30 dias pra testar, se não gostar, devolve a maquininha e recebe o dinheiro de volta. O atendimento funciona por chat, e-mail e telefone.
O modelo Smart da SumUp é hoje um dos melhores custo-benefício, custando 12x de R$ 14,90 sem juros (total R$ 178,80 à vista), sem aluguel.
Se você quer a maquininha mais moderna, com tela grande, Android, chip 4G ilimitado e está disposto a pagar um pouco mais de taxa por isso, a SumUp Smart entrega o que você precisa.
4. T3 Smart Ton Mega+ (Plano Exclusivo) — A maquininha Smart mais barata com as menores taxas.

A T3 Smart é basicamente a T3 comum turbinada. Mesmas taxas baixas, mesmo suporte, mesma garantia vitalícia. A diferença está no hardware: ela é mais potente e tem recursos extras que podem fazer sentido dependendo do seu tipo de venda.
Ela ficou em quinto lugar no ranking porque custa um pouco mais que a T3 comum. Se você está começando do zero e só precisa aceitar cartão, a T3 normal resolve e sai mais barata.
Mas se você precisa de mais velocidade, tela maior ou quer usar aplicativos na própria maquininha, a Smart pode valer o investimento extra.
As taxas são iguais às da T3 comum que já mostramos acima. Você consegue acessar o Plano Mega+ pelo nosso link e funciona perfeitamente com CPF, sem precisar de CNPJ. Ou seja, o custo de vendas continua baixo, o que muda é só a maquininha em si.
A T3 Smart roda Android completo. Isso significa que você pode instalar aplicativos direto nela, como apps de delivery, controle de pedidos, catálogo de produtos ou até sistemas de gestão simples. Para quem vende em feira e quer mostrar fotos dos produtos pro cliente, também facilita.
Outro ponto importante é o chip 4G, diferente do 3G da T3 comum. Na prática, isso deixa a conexão mais rápida e estável, principalmente se você vende em lugares onde o sinal não é dos melhores. As vendas processam mais rápido e você não fica esperando.
São três slots pra chip de operadora, então você escolhe a que pega melhor na sua região. E continua sem mensalidade de internet, zero custo fixo todo mês.

A bateria também é mais forte. Aguenta o dia inteiro mesmo rodando aplicativos em segundo plano. Se você trabalha em feira, evento, delivery ou passa muitas horas vendendo fora de casa, não vai precisar ficar procurando tomada no meio do expediente.
Ela aceita tudo que a T3 comum aceita: cartões de todas as bandeiras, aproximação (Apple Pay, Google Pay), Pix e vouchers como Alelo, Sodexo, VR e Ticket. O TapTon também vem integrado no app, então você pode transformar o celular em maquininha quando precisar.
A conta digital continua sem mensalidade, o suporte funciona 24 horas e a garantia é vitalícia. Ou seja, você só paga pela maquininha e pronto, sem custo fixo mensal depois.
A diferença de preço entre a T3 comum (R$ 127,68) e a T3 Smart fica em menos de R$ 50. Com o nosso cupom, a Smart sai por 12x de R$ 14,60, totalizando R$ 175,20 (preço cheio seria R$ 219).
Se você realmente vai usar Android, precisa do 4G mais rápido ou quer rodar aplicativos na própria maquininha, esses R$ 50 a mais se pagam rápido. Mas se você só quer aceitar cartão de forma simples, a T3 comum já resolve e sai mais barata.
No geral, vale a pena se você precisa de mais tecnologia, trabalha com delivery, vende em movimento ou quer integrar tudo num equipamento só. Se o seu negócio é mais simples e você quer só passar cartão, economiza esses R$ 50 e pega a T3 comum.
5. Yelly Pro (Plano Max) — Taxas iguais pra CPF e CNPJ: Parcela em até 18x com a menor taxa no parcelado

A Yelly Pro é uma maquininha focada em taxas fixas e estáveis. Não tem aquela história de promoção por 30 dias que depois aumenta. O que você contrata é o que você paga, sempre.
Ela ficou em quinto lugar no ranking principalmente por causa do preço: R$ 357,30 à vista (ou 12x de R$ 29,78 com nosso cupom de 10% de desconto). É quase três vezes o valor da T3 do Ton, que custa R$ 127,68.
Pra quem está começando do zero e tem pouco dinheiro pra investir, esse valor pesa. Mas se você já vende um volume razoável todo mês, a economia nas taxas pode compensar o investimento inicial.
Um diferencial importante: a Yelly trata CPF e CNPJ do mesmo jeito. As taxas são iguais, sem cobrança extra pra quem é pessoa física.
Taxas do Plano Max (receber no dia seguinte):
- Pix: 0,50%
- Débito: 1,39%
- Crédito à vista: 2,91%
- Parcelado em 12x: 12,01%
- Parcelado em 18x: 16,03%
Essas taxas são fixas. Não mudam depois de um mês, não dependem de você vender muito ou pouco. O que você vê é o que fica.
Comparando com o Ton (que tem as menores taxas do mercado), a Yelly fica um pouco acima. Vendendo R$ 10 mil no crédito à vista, você paga R$ 291 na Yelly contra R$ 314 no Ton. São R$ 23 de economia por mês.
Em um ano, isso dá cerca de R$ 276 economizados. Ou seja, a maquininha se paga em aproximadamente 16 meses se você mantiver esse volume. Se você vende menos que isso, demora mais ainda.
Agora, se você vende mais, digamos R$ 20 mil por mês, a economia aumenta. Você pagaria R$ 582 na Yelly contra R$ 628 no Ton. São R$ 46 por mês, R$ 552 por ano. Aí a maquininha se paga em cerca de 8 meses.
Outra vantagem é o parcelamento em até 18 vezes, prazo maior que a maioria das maquininhas oferece. Se você vende produtos ou serviços mais caros e precisa parcelar bastante pra fechar a venda, isso pode ajudar.
No Pix, a taxa é de 0,50%. Não é grátis como no Ton durante a promoção, mas fica abaixo dos 0,99% que muitas operadoras cobram fora de período promocional.
A Yelly Pro vem com chip 4G gratuito e Wi-Fi, sem mensalidade. A bateria dura mais de 8 horas de uso contínuo. Tem tela touchscreen, teclado físico e imprime comprovante ou manda por SMS.
Aceita cartão com chip, aproximação (NFC), Pix, Apple Pay e Google Pay. E aceita vouchers de vale-refeição e vale-alimentação (Alelo, Sodexo, Ticket).
A Yelly tem Selo RA1000 no Reclame Aqui, o que indica bom histórico de atendimento. A garantia é vitalícia e, se der defeito, eles trocam o equipamento.
O principal ponto negativo é o investimento inicial alto. Pra quem está começando com pouco dinheiro, gastar mais de R$ 350 numa maquininha pode ser inviável, mesmo que ela economize nas taxas depois.
Além disso, a economia nas taxas só compensa de verdade se você vender um volume constante todo mês. Se você vende R$ 3 mil num mês, R$ 1 mil no outro, a diferença nas taxas não vai justificar o preço mais alto da maquininha tão cedo.
A Yelly Pro faz mais sentido pra quem já tem um negócio rodando, vende pelo menos R$ 10 mil por mês de forma constante e quer previsibilidade nas taxas. Pra quem está começando do zero ou vende pouco, é melhor investir menos numa T3 ou Moderninha Pro e economizar o resto do dinheiro pra girar no negócio.
Se você tem capital inicial e já sabe que vai vender volume todo mês, a Yelly pode valer a pena no médio prazo. Mas se você está apertado de grana e começando agora, existem opções mais baratas que resolvem bem.
6. Point Pro 3 — Bom custo-benefício, taxas acessíveis e ótima para autônomos.

A Point Pro 3 do Mercado Pago é uma maquininha com dois diferenciais claros: bateria que dura dias e uma conta digital bem completa que vem junto.
Ela aparece nessa posição principalmente por causa das taxas, que ficam acima das primeiras colocadas. Mas se você precisa de uma maquininha que não descarrega nunca e quer resolver tudo num app só (conta, cartão, investimento), pode fazer sentido.
O preço fica na faixa intermediária: R$ 125,91 à vista ou 12x de R$ 10,41 sem juros. É mais barata que a Yelly, mais cara que a PagBank, e o diferencial vem na bateria e na conta digital que acompanha.
Taxas promocionais (primeiros 30 dias ou até R$ 3 mil em vendas):
- Débito: 0,74%
- Crédito à vista: 0,74%
- Parcelado em 12x: 8,99%
Essas taxas são boas pra começar, melhores que a maioria. O problema é que a promoção termina em R$ 3 mil de vendas, bem menos que os R$ 5 mil do Ton e da PagBank.
Depois da promoção (acima de R$ 10 mil/mês):
- Débito: 1,61%
- Crédito à vista: 3,85%
- Parcelado em 12x: 13,69%
Aqui as taxas ficam mais altas que o Ton. Vendendo R$ 10 mil no crédito à vista, você paga R$ 385 no Mercado Pago contra R$ 314 no Ton. São R$ 71 a mais por mês, R$ 852 por ano de diferença.
Então por que considerar a Point Pro 3? Dois motivos principais: bateria gigante e conta digital completa.
A bateria tem 5.100 mAh e dura até 48 horas de uso contínuo. É uma das maiores do mercado. Se você trabalha em feira de fim de semana, evento longo, ou passa o dia inteiro vendendo sem acesso a tomada, isso faz muita diferença.
A conta digital do Mercado Pago é bem completa. O dinheiro das vendas cai na hora, inclusive em finais de semana e feriados. O saldo rende até 105% do CDI automaticamente (melhor que deixar parado na maioria dos bancos).
E você tem acesso a cartão de crédito sem anuidade, investimentos e até linhas de crédito pelo próprio app.
Pra quem está começando e não tem conta em banco digital ainda, ou pra quem quer centralizar tudo num lugar só (vendas, conta, cartão, investimento), isso simplifica bastante. Você não precisa ficar transferindo dinheiro de um app pro outro.
A maquininha vem com chip 4G gratuito e ilimitado (você escolhe Tim, Claro ou Vivo), sem mensalidade. Também tem Wi-Fi com suporte a 5 GHz, que é mais estável que o 2.4 GHz padrão.
Aceita tudo: cartão com chip, aproximação (NFC), Pix por QR Code ou aproximação direto na tela, Apple Pay, Google Pay, Samsung Pay. E aceita vouchers como Alelo, VR, Ticket e Pluxee.
Um recurso interessante é poder repassar os juros do parcelamento pro cliente. Na prática, você divide em até 12 vezes sem que isso pese no seu bolso. O cliente paga os juros, você recebe o valor cheio. Útil quando você vende algo mais caro e o cliente quer parcelar bastante.
A garantia é de 3 anos e as bobinas de impressão são grátis e ilimitadas. Você pede direto pela maquininha ou pelo app e eles mandam.
O Mercado Pago também tem o Point Tap, que transforma seu celular em maquininha por aproximação.
O principal ponto negativo são as taxas mais altas comparadas com Ton e PagBank. A diferença acumula ao longo dos meses, principalmente se você vende volume.
Outro detalhe: se você vender menos de R$ 10 mil por mês, as taxas sobem ainda mais (1,99% no débito, 4,49% no crédito à vista). Ou seja, quem vende pouco paga proporcionalmente mais caro.
Se o seu foco é economizar nas taxas e você não precisa tanto dessa bateria gigante ou da integração com conta digital, o Ton (1º lugar) ou a PagBank (2º lugar) saem mais em conta no longo prazo.
7. Moderninha Pro 2 — Preço justo, taxas competitivas e o dinheiro cai na hora.

A Moderninha Pro 2 é daquelas maquininhas que você vê em todo canto. Foi uma das primeiras a acabar com aquela história de aluguel mensal, e por isso ficou super conhecida. Hoje em dia existem opções mais modernas, mas ela ainda resolve.
Custa R$ 107,88 à vista (12x de R$ 8,99) e vem com impressora integrada. Não é a mais barata, mas também não é cara. O problema maior são as taxas, que ficam iguais às da Moderninha Pro Fit que já mostramos acima — ou seja, mais altas que o Ton.
Então por que alguém ainda compraria uma Pro 2 em 2026? Confiabilidade.
A bateria dura até 36 horas de uso contínuo. É a segunda melhor bateria do ranking, só perde pra Point Pro 3 do Mercado Pago. Se você trabalha em feira de fim de semana inteiro, ou faz evento que começa na sexta e termina no domingo, essa maquininha aguenta firme sem precisar recarregar.
Chip 4G grátis, Wi-Fi, sem mensalidade. Imprime comprovante na hora ou manda por SMS. Aceita tudo: cartão (chip, aproximação, tarja magnética), Pix por QR Code, Apple Pay, Google Pay. E vouchers também.

Uma função diferente: você pode compartilhar a mesma maquininha com até seis contas PagBank. Útil se você trabalha com sócios, parceiros ou familiares que também precisam aceitar cartão.
O dinheiro cai na hora na conta digital PagBank, inclusive finais de semana e feriados. A conta é grátis, rende mais que poupança e vem com cartão de crédito sem análise de crédito (limite garantido, como já explicamos na Pro Fit).
Garantia de 5 anos, uma das mais longas do mercado. Bobinas de impressão grátis, você pede pelo app quando acabar.
Agora vamos ser sinceros: se você está começando e quer pagar menos taxa, essa não é a melhor escolha. O Ton cobra menos e entrega praticamente a mesma coisa. A Pro Fit da própria PagBank é mais barata e tem as mesmas taxas.
A Moderninha Pro 2 não é ruim, longe disso. Ela funciona, é confiável, a bateria é excelente. Mas em 2026 ela virou uma opção mais nichada, serve bem pra quem precisa especificamente de bateria longa ou uso compartilhado, mas não é a primeira escolha pra quem quer só começar a aceitar cartão pagando pouco.
Se você se encaixa nesses cenários específicos, pode ir tranquilo. Se não, olha as primeiras posições do ranking que provavelmente vão te atender melhor gastando menos.
Qual a maquininha com a menor taxa para CPF?
A Ton Mega+ lidera na menor taxa para quem vende no CPF.
No débito, ela cobra 0,57% na faixa promocional e no crédito à vista também 0,57%. A PagBank vem logo atrás com 0,58% no débito e 0,58% no crédito à vista durante a promoção.
Se você vende até R$ 3 mil por mês no CPF, a Ton sai da faixa promocional e passa para 1,69% no débito e 3,86% no crédito à vista. Se você fatura mais que isso as taxas vão diminuir ainda mais.
Já a PagBank também vai para 2,39% no débito nessa faixa depois da promoção. Mercado Pago fica em 1,99% no débito para faturamento até R$ 3 mil.
Para quem vende no CPF e quer a menor taxa inicial, a Ton Mega+ é a escolha. Só lembre que a taxa promocional de 0,57% vale por 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas, o que acontecer primeiro.
Maquininha CPF vs Empresa: Diferenças Principais
A maior diferença está nas taxas e nos requisitos de contratação.
Nas taxas: Muitas maquininhas cobram a mesma taxa para CPF ou CNPJ durante a promoção. A Ton, por exemplo, cobra 0,57% tanto para CPF quanto para CNPJ na faixa promocional.
Mas fora da promoção, quem tem CNPJ com faturamento alto acessa o Ton Black, que sai de 0,74% no débito para faturamento acima de R$ 80 mil. Para CPF, você fica preso às faixas de faturamento do Mega+ regular.
Nas restrições: A InfinitePay é exclusivamente para CNPJ. Se você vende no CPF, não consegue contratar. Ton Black também é CNPJ apenas. Para CPF, sua opção é o plano Mega+ regular.
Na análise e aprovação: Com CPF, a maquininha avalia sua renda pessoal ou histórico de vendas recente. Com CNPJ, a análise é sobre o faturamento da empresa. Se a empresa tem faturamento comprovado alto, fica mais fácil conseguir aprovação.
Se você está começando e ainda não abriu CNPJ, contratar no CPF é normal e funciona com as principais marcas (Ton, PagBank, Mercado Pago, SumUp, Yelly). Conforme o volume cresce acima de R$ 10 mil por mês, vale abrir CNPJ para acessar planos com taxas melhores, como o Ton Black.
Como escolher a melhor maquininha de cartão para CPF
Depois de testar várias maquininhas e conversar com vendedores que usam CPF no dia a dia, como ambulantes, autônomos e pequenos comerciantes, ficou claro que escolher apenas pela taxa mais baixa quase nunca é a melhor decisão.
Na prática, uma maquininha que demora para aprovar o pagamento, perde sinal com facilidade ou fica sem bateria no meio do expediente acaba atrapalhando as vendas.
Antes de comparar números, vale pensar em como você vende hoje. Algumas perguntas simples ajudam a clarear a escolha:
- Você vende de vez em quando ou todos os dias?
- Precisa receber o dinheiro na hora ou pode esperar alguns dias para pagar menos taxa?
- Um comprovante digital resolve ou você precisa imprimir recibo?
Responder a isso ajuda a entender qual maquininha realmente faz sentido para quem vende no CPF e evita escolhas que parecem boas no anúncio, mas dão dor de cabeça na rotina.
O que realmente importa em uma maquininha para CPF
Quando a venda é feita no CPF, o custo não está só na taxa anunciada. No dia a dia, outros pontos acabam pesando tanto quanto.
Vale observar as taxas de débito e crédito para pessoa física, o prazo para o dinheiro cair na conta e se existe algum custo fixo, como mensalidade. Também entram na conta o preço da máquina, a facilidade de uso e se ela funciona bem em diferentes situações de venda.
Por isso, neste ranking consideramos apenas maquininhas sem mensalidade e que atendem bem quem está começando a aceitar cartão, mesmo com faturamento baixo ou irregular.
Como avaliamos as maquininhas para pessoa física
Este ranking foi montado com base em testes práticos e no uso real por vendedores que operam no CPF. Avaliamos mais de 10 maquininhas em situações comuns do dia a dia, como pagamentos por aproximação, uso com internet móvel e vendas fora de locais fixos.
Também analisamos pontos que fazem diferença na prática, como a duração da bateria ao longo do dia, a estabilidade da conexão e a facilidade para concluir uma venda sem travamentos.
Além do desempenho, levamos em conta as condições oferecidas para pessoa física. Entraram na análise as taxas no débito, crédito e parcelamento, os prazos de recebimento e a existência ou não de mensalidade.
Todas as maquininhas da nossa lista permitem vender como pessoa física, sem necessidade de CNPJ, e foram escolhidas por oferecer um bom equilíbrio entre custo, praticidade e confiança para quem vende no CPF.
Recebimento no CPF: como funciona na prática
Quando você vende usando CPF, o valor das vendas cai direto na conta digital da própria operadora da maquininha, como Ton, PagBank ou Mercado Pago. O funcionamento é o mesmo de quem vende com CNPJ, o que muda é apenas o documento cadastrado.
Na prática, você faz a venda, o pagamento é aprovado e o dinheiro fica disponível conforme o prazo escolhido: no mesmo dia, em 1 dia útil ou em 30 dias.
Em geral, quanto mais rápido o recebimento, maior a taxa cobrada, tanto para CPF quanto para CNPJ.
Essa conta digital é criada automaticamente quando você contrata a maquininha. É nela que o dinheiro das vendas entra primeiro. Depois disso, você pode manter o saldo ali, usar o cartão da operadora, fazer Pix ou transferir para sua conta bancária pessoal, sem custos.
Muita gente também pergunta se esse dinheiro precisa ser declarado no Imposto de Renda. Precisa sim. Toda receita que entra no CPF deve ser informada, mesmo sem empresa aberta.
Se as vendas forem frequentes e os valores começarem a ficar mais altos, vale procurar um contador para evitar problemas no futuro.
É comum começar vendendo com CPF e, conforme o negócio cresce, abrir um CNPJ. Quando isso acontece, normalmente dá para migrar a mesma maquininha para o CNPJ, sem precisar comprar outra, basta atualizar o cadastro.
Posso vender no CPF sem problemas?
Pode sim. Vender no CPF é permitido e muita gente faz isso todos os dias, seja prestando serviços, vendendo produtos ou fazendo trabalhos como autônomo. Não existe nada de irregular em aceitar cartão como pessoa física, desde que os valores recebidos sejam declarados no Imposto de Renda.
O ponto de atenção não é vender no CPF, mas sim a frequência e o volume das vendas. Se você começa a movimentar valores mais altos todos os meses e não declara nada, aí sim pode ter problema com a Receita Federal. Por isso, manter tudo declarado evita dor de cabeça no futuro.
Na prática, usar CPF funciona bem para quem está começando, faz vendas esporádicas ou ainda está testando uma ideia de negócio. Quando o faturamento começa a crescer e as vendas viram algo constante, o caminho natural é avaliar a abertura de um MEI ou outro tipo de CNPJ.
Perguntas frequentes sobre maquininha para pessoa física
Qual o limite para vender no CPF?
As operadoras de maquininha não costumam colocar um limite mensal fixo para quem vende no CPF.
Você pode vender R$ 5 mil, R$ 20 mil ou até mais por mês que a maquininha continua funcionando normalmente, desde que suas vendas estejam dentro do padrão esperado. O ponto de atenção não vem da operadora, mas da Receita Federal.
Se a soma do que você recebe no ano passar do limite de isenção do Imposto de Renda, você precisa declarar e pode acabar pagando imposto como pessoa física.
Por isso, muita gente que começa a faturar mais acaba abrindo MEI, já que o imposto costuma ser mais previsível e barato. Para começar, vender com CPF é tranquilo, só vale acompanhar o total anual.
Se eu não usar a maquininha, pago alguma taxa?
Não. Se a maquininha não tem mensalidade, você só paga quando vende. Se ficar semanas ou meses sem usar, não há cobrança nenhuma enquanto não passar cartão.
Em algumas operadoras, a maquininha pode ficar simplesmente guardada até você precisar novamente. No caso da Ton, por exemplo, se você ativar a máquina e ficar muito tempo sem uso, o próprio suporte pode entrar em contato oferecendo recompra. Ou seja, você não perde dinheiro nem fica preso a custos escondidos.
Consigo parcelar vendas usando CPF?
Sim. Vender no CPF não impede parcelamento. Funciona da mesma forma que no CNPJ: o cliente escolhe o número de parcelas e a venda é aprovada normalmente, geralmente em até 12 vezes, dependendo da maquininha.
A principal diferença está na taxa. Quanto mais parcelas, maior o custo cobrado pela operadora. Algumas maquininhas permitem repassar os juros para o cliente, o que ajuda bastante quando você vende produtos de valor mais alto. Fora isso, o processo é o mesmo: o cliente parcela e você recebe conforme o prazo que escolheu.
Vale a pena adquirir uma maquininha de cartão sendo pessoa física?
A aquisição de uma maquininha de cartão como pessoa física pode ser vantajosa em diversas situações.
Se você é um empreendedor iniciante, profissional autônomo ou indivíduo que realiza vendas ocasionais, essa opção é uma entrada rápida e de baixo custo para quem precisa de alternativas de pagamento.
A principal vantagem é a facilidade de acesso, hoje em dia você compra uma maquininha de cartão e em até 2 dias úteis com frete grátis ela está na sua casa, além disso, a conta vinculada a uma maquininha oferece diversos benefícios para seu novo negócio, sendo CPF ou CNPJ.
Preciso declarar as vendas da maquininha no Imposto de Renda?
Precisa sim. Toda renda que entra no seu CPF deve ser declarada no Imposto de Renda, independentemente de você ter empresa ou não. Se o total anual passar do limite de isenção, a declaração se torna obrigatória.
Mesmo quem recebe menos costuma declarar para evitar problemas no futuro, já que a Receita cruza os dados das maquininhas com o CPF do vendedor. Se você começa a vender bem todo mês, conversar com um contador ajuda a organizar isso e, muitas vezes, a pagar menos imposto abrindo um MEI.
Dá pra migrar de CPF pra CNPJ depois?
Dá sim, e geralmente é simples. Depois que você abre o CNPJ, basta entrar em contato com a operadora da maquininha e pedir a atualização do cadastro. A mesma máquina continua funcionando, só muda o documento vinculado.
Em algumas empresas, dá para fazer isso direto pelo aplicativo. Em outras, é preciso falar com o suporte. Depois da migração, você passa a emitir nota fiscal e, dependendo da operadora, pode até conseguir taxas melhores. No caso do Ton, as taxas continuam iguais para CPF e CNPJ.
Maquininha com CPF tem limite de vendas por dia?
Tem sim. Quando você começa a usar a maquininha com CPF, as operadoras costumam definir um limite diário inicial como medida de segurança. Esse limite geralmente começa mais baixo e serve para evitar fraudes.
Com o tempo, conforme você vende com frequência e cria histórico, esse limite vai aumentando automaticamente. Se precisar processar uma venda maior logo no começo, dá para falar com o suporte e pedir uma liberação pontual. No uso diário, isso raramente vira problema, porque o limite cresce junto com o volume de vendas.
Vale a pena ter maquininha sendo pessoa física?
Vale sim, principalmente para quem está começando ou trabalha como autônomo. Ter uma maquininha no CPF facilita muito a vida, porque você não precisa abrir empresa nem lidar com burocracia logo de início. Em poucos dias, já dá para aceitar cartão normalmente.
Outro ponto positivo é a conta digital que vem junto. Você recebe as vendas, faz Pix sem custo, transfere para sua conta bancária quando quiser e, em algumas operadoras, ainda pode usar um cartão para gastar o saldo. Se o negócio crescer depois, dá para migrar a mesma maquininha para CNPJ sem precisar comprar outra.
Ranking das melhores maquininhas para CPF em 2026

Vitor Silveira
Produtor de conteúdo em diversos portais com foco em ajudar as pessoas a lidar melhor com as finanças. Especialista em soluções de pagamentos para pequena e médias empresas.









